
Em um reino distante, mas não tão distante assim, existiu uma familia que parecia ser feliz.tambem podera essa visão estava nas cabecinhas das seis crianças. cinco homens e uma menina. esse era o desejo da mãe; em ter uma filha, mais ela não conseguia ter uma menina. todas que nasciam não sobreviviam e assim ela ia tentando e os homens iam nascendo.por fim um espermatozoide mais corajoso e decidido avancou em sua louca corrida em direção ao seu objetivo, e assim conseguira chegar ao podio. mais uma gravidez e nove meses depois nasce nossa personagem. desde criança percebia-se sua altivez. tambem pudera em meio a cinco homens teria que ter seu posto assegurado. deve ter sido dificil para ela, sozinha sem outras meninas para brincar.muito cedo perdera seu irmão mais velho que saira de casa e fora mora em outro estado.quando saira de casa esse irmão a deixara ainda muito pequena. vinte anos se passaram e quando esse irmão retornara ela já estava casada.perdera muito de seus irmãos, a convivencia o crescimento e algo que não se recupera. ela crescera é verdde, mais seu olhar e seu geito continuavam os mesmos. ela se tornara o que seu irmão mais velho desejava, uma pessoa que se sente prazer em te-la por perto. nunca se sabe o que vai na alma humana, esse campo é muito complexo. o tempo passa rapido e perdemos as melhores coisa de uma familia. as coisa simples, as banais, as frivolas. são esas coisa que acredito fazem falta a uma pessoa. diante d vida, diante do mundo tudo é tão pequeno e grandioso ao mesmo tempo que as vezes tudo isso passa despercebido ou não damos atenção devida.longos dias . longas noite de insonia tentando encontrar o caminho da inocencia que a muito já perdera, ficou no passado um tempo que mesmo que queira não volta jamais. e esse peso é grande demais para alguns.se perder no tempo, se cobrar sem saber de que.olhar para tras ou para frente e tudo ser igual, um ponto preto em uma sala branca. ah!! que tempos bons aqueles da infancia.a inocencia, o ludico a fantasia que jamais deveria acabar dentro das pessoas. o reino acaba quando se cresce, pensara ele. e agora que fazer? conrrompido pelo mundo e pela vida homens e mulheres segui um caminho solitario. as coisa simples realmente emocionam, acabara de lembrar do dia da partida. era de manhã o sol ainda não lançava seus raios poderosos sobre a terra, mochila pronta, decidido sem mesmo saber do que aguardava, um medo correndo por dentro, um frio gelido em suas veias, um olhar perdido há nenhum ponto especifico. respirra fundo em uma ultima tentativa de ter escolhido o caminho certo, olha para sua irmã e a entrga sua coleção de tampas de margarina com figuras de super herois dizendo-a que a guardasse para ele, que quando retornasse ela o devolveria. e assim pós a caminhar uma estrada curta ,mas naquele momento paracia ter quilometros. quase vinte anos se passaram e o retorno de vacaciones por cinco dias foram tensos, e ao pisar ao solo em que nascera um desespero tomara conta de si. as lagrimas vieram aos olhos e uma vontade de voltar na mesma hora se fez presente. aquela irmã carinhosa do pasado, continuava a mesma e ao ver seu irmão chorando perguntara-lhe o que se passava. olhos marejados, repondera em voz embargada que queria ir embora, voltar de onde viera. no mesmo instante ouve sua irmã a dizer-lhe meu irmã você acabou de chegar, não faz nem uma hora de sua chegada. as emoções eram muitas para ele, recomeçando a renascer de novo. logo depois sua irmã entra-lhe um pacote, e lhe pergunta se ele se lembra. abre o pacote e quse explode em uma emoção que fora contida na garganta, as tampas de margarina com as figuras de super herois que deixara no passado, estavam ali em sua frente, em suas mãos. sua irmã então lhe diz: missão cumprida eis ai o que você me pedira para guardar. ah!! quanta emoção pensara ele naquele momento. o tempo passara para ambos, muitas vezes pensara em tirar sua propria vida, mais o que impedira fora esse carinho que sente por essa irmã. mesmo distante e sem comunicação, suas memorias e ponto do passado, era e ela. o tempo corre por entre os dedos, como agua corre pelos rios sem volta. as noites e o dias nunca são os mesmos e precisamos aceitar isso da melhor forma possivel. a vida nós cobra e o preço nem sempre é barato. ele ainda está aprendendo isso, quanto mais se aprende mais a vida lhe cobra. que tempo bons aqueles! a chuva caindo, o arco iris no horizonte, as brincadeiras sob a chuva, os banhos de rio, as pescarias de crianças, que eram mais brincadeiras que propriamente pescarias.o mundo o fez o que é hoje. e a quem vai culpar? os caminhos são para serem percorridos, com sua dores resentes, com suas dores do passado. um dia ele foi feliz, pena que ele era criança e quando se cresce isso não tem tanta importancia. são tantas coisas do passado.ele se lembrou agorinha mesmo do passaro que criara desde pequeno, e que em um certo dia depois de grande resolvera soltar para que ele fosse embora, talvez por se sentir tambem preso queria que pelo menos ele fosse. pois bem abriu a portinhola da gaiola e o deixou ir e ele foi batendo suas assas a descobrir sua propria existencia. durante todo o dia não si via ele, e a noitinha ele volta para sua gaiola, e assim por varios meses sua vida era essa. na hora das refeições lá estava ele em seus ombros partilhando tambem das refeições. mais perdera o instindo proprio de sua especie, e em um dia fora pego por um gato. as vezes a liberdae tolhem tambem seus instintos se você fora muito preso. por outro lado a liberdade o faz ficar mais astuto, mais você tambem perde. perde a inocencia. e quem pode se manter equilibrado o tempo todo? não sei responder, a vida é assim.. [I.c.x]
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