
...Numa tarde peculiar, daquelas que a gente espera algo acontecer para se comentar depois.Decí do primeiro andar de onde eu trabalho para fumar um cigarro.
um K vermelho com parachoque traseiro quebrado estacionado do outro lado da rua impede um caminhão que deseja estacionar para descarregar agua.
perguntam daqui, perguntam da lí, e descobrem a dona do carro.
era da minha vizinha.
aí, pensei!
a coisa não vai ficar bém, se resolverem pedir a ela para tirar.
ai, meu deus! estava certo um dos rapazes veio tocar a campanhia.
vixe, a merda tá feita. pensei!
insistiram umas três vezes, e lá vem ela. uma garota marrenta, de nariz impinado, com veneno nas veias, no lugar de sangue.
empurrou com força o portão, como se fosse derubar-lo, e foi logo perguntando;
o que é?
teve uma pergunta como resposta,
ese carro é seu?
é sim, por que?
dá para você tira-lo daquí para nós podermos descarregar um caminhão?
ela já soltando fogo pelas ventas deu uma volta em torno do carro para ver se ele estava como havia deixado, e ela pergunta se era proibido estacionar alí. retrocedeu alguns passos, para ela mesma verificar a condição da placa, e certificando-se esbravejou em um sonoro grito, que não iria tira-lo, e que não a perturbasse mais, pois estava trabalhando.
deixando todos sem ação entrou sem olhar para tras em seu escritorio.
depois que ela saiu, o comentarios foi geral.
que mulher brava é essa, diziam uns,
vai, chama ela de novo gritou alguem.
eu que observei de camarote tudo isso,achei ilario.
não me choquei, pois já havia presenciado outro destempero dessa fera.
pois, bem! alguns dias atras há vejo batendo boca com um motoqueiro, preste a avançar nop pescoço dele, ela gritava como se quizesse ela mesma tirar o couro dele. seus berros e uivos como de um animal enjaulado se ouvia ha uma quadra, e para ficar melhor sua mãe tabem entrou neste rolo. ela tambem gritava muito, agora eram duas fera em cima de um velho motoqueiro. o motoqueiro acuado, pegou o beco, e as duas avatas do planeta terra entraram como se nada tivesse acontecido, sob os olhares dos curiosos. dias depois soube que o velho motoqueiro era seu pai. acho que a pensão não fora paga. ela é assim mesma, nitroglicerina pura, ao menor sinal de abalo ela explode como um velho e bom vulcao.
meses depois nos tornamos amigos, e fui convidado para ir ao seu aniversario, que o tema seria o inverso. ou seja, homem iria de mulher , e as mulheres de homens. tudo corria muito bem, até que a aniversariante, é! a fera avançou no pescoço do seu ex. essa briga durou quase uma hora e tudo por causa das chaves do seu carro, que nem com ele estava.. ela foi expulsando os convidados com essa briga. mais eu gostei de ter ido.hoje ela é de dominio publico. afinal acho que ela nunca foi privada..kkk
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